O Rock’n’Roll e o Surf da lendária década de 60 está de volta.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Bom Ano Novo


Catraios, quero desejar-vos umas Boas Entradas.
Para o Ano cá estaremos!

Beijoca para o Vocalista (que nao à meio de aderir a redes sociais!)
Beijoca ao catraio Multi-Funções,
Beijoca ao "TiGil",
Beijoca ao Drumio, El Baterista,
Beijoca ao catraio do Baixo,
Beijoca ao Marco, o catraio das Teclas.


BOM ANO 2010!

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Orgulho em voçes!

Eles são os melhores e cada vez mais o provam.
Este artigo está no site do Blitz, aqui fica:


"Os Tornados, tal como disse o rapaz que os introduziu à audiência do Santiago Alquimista (surpreendentemente a meio gás), são a "melhor banda dos anos 60 a tocar em 2009".

E, sem dúvida, que esta é uma forma bastante pertinente de apresentar o conjunto nortenho, pois é esse universo que os Os Tornados transportam para os dias de hoje, de uma forma bastante original (apesar de recuperarem algo que já foi feito).

De repente, sentimo-nos na década atrás referida, tal e qual os relatos que os nossos pais nos contam dos bailes e festas dessa altura, onde os rapazes dançavam o rock n' roll agarradinhos às raparigas e a banda, devidamente uniformizada de fato e gravata, debitava o som que "sacudia" as mentalidades da época e que era o pesadelo dos pais desses ditos jovens, que são hoje os nossos papás. Os Tornados têm, entre outros exemplos, "Catraia" e o "Twist do Contrabando" para fazer a plateia abanar a anca e têm também algumas versões bastante curiosas, das quais destaco "Coimbra" e, a mais improvável de todas, a canção de Marco Paulo, "Taras e Manias" (bastante diferente do original e a soar muito bem).

A simpatia bem "tripeira" da banda e o seu humor, tornam ainda mais agradável o serão, fazendo com que a vontade de os ver novamente, seja ainda maior. "

Dúvidas não ficam.
Eles são os melhores naquilo que fazem.
Parabéns Catraios!!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Amanhã!

É já amanhã que os Catraios passam pela Capital.
Sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009 às 22:00
No Santiago Alquimista.
Como é!? Vais Faltar?!

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Entrevista no Blog da Portugal Rebelde:

O Nosso Catraio, Tiago Gil diz:

"Não são muitos, mas já são alguns, os verdadeiros apoiantes da Música PORTUGUESA. Porque gostar não chega, há ainda a necessidade de mais divulgação e apoio.
Assistimos a um desbrotar atómico de uma nova época dourada, recheada de grandes talentos nacionais, para os mais diversos estilos e gostos pessoais.
De dentro para fora, dêem ouvidos e prestem atenção ao que se faz por cá. Continuem à procura, ide a concertos e comprem, de quando em vez, um álbum.
O Portugal Rebelde está de parabéns! Não só pelo aniversário do espaço mas, também, pela dedicação do meu colega António Manuel. Desde os tempos em que eramos os CONTRAbANDO, passando a fase do Conjunto até a'Os Tornados, para sempre, o nosso muito obrigado.
O apoio da música Portuguesa passa por aqui!"

(Tiago Gil, Os Tornados)

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Surf em Português

Sinfonias de Aço

Entrevista com Os Tornados no Site Sinfonias de Aço.

Aqui
(clicar na área de entrevistas e depois e só procurar pelos Tornados.)

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Estamos no 4º Lugar.


Estamos no 4º Lugar do Top de músicas da Radio da Antena 3.
Pouco falta para o tão desejado e merecido PRIMEIRO lugar!
Com esforço conseguiremos.

Continua a votar, aqui.

domingo, 11 de outubro de 2009


Valeu!

"Os Tornados revelaram esta semana a maior subida no Índice A3-30 da Antena 3, subindo do 19º lugar para o 5º lugar do Top das preferências musicais dos ouvintes da Antena 3.

Para votarem na "Catraia" d' Os Tornados, 1º single do álbum ..."Twist do Contrabando": http://ww1.rtp.pt/antena3/index.php?headline=10&quantos=30&noimg=0&visual=8&vota=1

Podem ainda rever o videoclip em:http://www.youtube.com/watch?v=JWfXGYXyqwA

Obrigado!"

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Pensamento do dia..

...Tornado que volta a passar é um retornado.

"Têm pose de galã e pinta de canalha"



Efeitos Secundários


O filme “Efeitos Secundários”, realizado por Paulo Rebelo foi seleccionado para a “Competição Novos Directores” do Festival de São Paulo no Brasil que se realiza entre 23 de Outubro e 5 de Novembro.

Efeitos Secundários é a primeira longa-metragem de Paulo Rebelo que foi anteriormente argumentista e montador dos filmes “O Fantasma” e “Odete” de João Pedro Rodrigues.

A música original é da autoria de “Os Tornados”.

Efeitos Secundários é uma história de amor e de solidariedade. Uma história comovente sobre esperança, que se baseia nos filmes de Douglas Sirk dos anos 50.
Adaptado nos anos 70 por Fassbinder sob o título O Medo Come a Alma. Esta nova versão transcreve o ambiente para a Costa da Caparica, um microclima emocional de contrastes únicos, onde se desenrola toda a acção.
O elenco conta com interpretações de Maria João Luís, Nuno Lopes, Rita Martins e Nuno Gil nos principais papeis.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Como é?!

Esta semana os Tornados estão em 25º lugar do Índice A3-30 da Antena 3.
Vamos lá a votar pessoal!
Fazer com que os Catraios cheguem ao Pódio.!

Site: http://ww1.rtp.pt/antena3/index.php?headline=10&quantos=30&noimg=0&visual=8&vota=1

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

domingo, 27 de setembro de 2009

sábado, 26 de setembro de 2009

Pedido

Peço a quem tiver fotos, artigos de jornais, revistas ou outros sobre "Os Tornados" que envie para o meu mail:

inesoliveira295@live.com.pt (mail novo. O outro está eliminado)

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Toca a Votar

Apelo a todos os catraios e catraias que votem nos Tornados para o Top da Antena 3.
Cliquem aqui no Link e Votem! ;)

http://ww1.rtp.pt/antena3/index.php?headline=10&quantos=30&noimg=0&visual=8&vota=1

Maxime II


"Querem trazer de volta o espírito dos bailes dos anos 60, em que uma banda não ia dar um concerto, ia fazer dançar. É vê-los no Maxime. Rodrigo Nogueira falou com Os Tornados

São seis e parece que saíram da capa de um single de 45 rotações dos anos 60. Mas não. Saíram do Porto, em plenos anos 2000. Vestem fatos impecáveis, feitos à medida, sempre a condizer. Tocam rock’n’roll à antiga, com surf, garage e ié-ié pelo meio. E, pode parecer uma contradição, mas talvez não fosse possível Os Tornados existirem noutra década.
Hoje temos a RTP Memória, a internet e uma cultura que gosta de ir atrás do que veio antes. Mais: em que o que veio antes está disponível. Que aquelas bandas portuguesas dos anos 50 e 60 que só lançaram um simples single ou um EP e depois desapareceram não precisam de ser encontradas no baú do sotão lá de casa ou na Feira da Ladra. Moram à distância de um clique. E é só escolher o que se quer ouvir ou emular e pimba, está à disposição de quem quiser. Como é de música portuguesa que se trata, outra grande fonte são as compilações, apenas em vinil, Portuguese Nuggets. Sem a cultura de reedições, não seria muito fácil para Os Tornados terem como influência Os Tártaros, Daniel Bacelar, Vítor Gomes, Conjunto Académico João Paulo ou o Conjunto Hi-Fi.

Tudo começou há mais ou menos cinco anos. Tiago Gil, guitarra, e Nuno Silva, guitara e voz, juntaram-se e formaram uma banda. Sem planear, foram tocando e de repente saiu “Dança Aí”, segunda faixa de Twist do Contrabando, o álbum de estreia d’Os Tornados. Souberam logo que o som da canção, o som “dos sixties” (é assim que Nuno Silva se refere à década), era o som que queriam. Na altura ainda se chamavam Contrabando, depois transformaram-se em Conjunto Contrabando. Chega-se a 2009, são seis, a média de idades ronda os 30 anos e chamam-se Os Tornados.

Os fatos que envergam são feitos à medida – há marcas diferentes a trabalhar com eles para os fatos, as camisas, as gravatas e os sapatos – e inspirados em capas de álbuns antigos, fruto de uma pesquisa. Segundo Nuno, “só música hoje em dia (e acho que sempre) não chega e as bandas não só de rock’n’roll mas de soul e de funk nos sixties também usavam fatos, achamos que isso contribui para o espectáculo”.

Não têm nada, dizem, contra o mundo moderno. Mas confessam que até gostavam de ter nascido nos anos 40 e vivido os anos 60. Tiago, que cresceu a ouvir punk rock, mostra por quê: “Adorava ter estado presente naqueles bailes académicos e não só, em que bandas fantásticas davam concertos espectaculares só para entreter as pessoas, que iam para dançar como se calhar vão hoje em dia a uma discoteca. Só que em vez de DJ era com banda. Os meus pais recordam-se desse tempo, quando tinham 20 anos e podiam ir a um baile, era quase como conseguir a independência. Mas Nuno adverte: “não sei se gostava de ter vivido isso cá em Portugal, por causa do regime, mas se pudesse ouvir o rock’n’roll pela primeira vez, ver o Chuck Berry, os Beatles, o Link Wray ou o Elvis em matinés, adorava”. Não é um baile nem uma matiné, mas prometem, para o Maxime, esta sexta, um “grande abalo sonoro”. Um tornado, no mínimo."


(Retirado do Site: http://www.timeout.pt/news.asp?id_news=4229 )

Maxime I


"Há quatro anos assistimos à explosão dos Azeitonas, esse divertido combinado de referências da década de 60 que apareceu tão depressa quanto se escondeu. Em 2009, quatro anos depois do seu nascimento, explodem os Tornados. E com o primeiro disco dos Tornados, o segundo dos Azeitonas.

Os Tornados são um sexteto, vestem-se a rigor e, ao contrário de que se possa pensar, não são a típica banda para programa da manhã da televisão portuguesa. Pelo menos não o foram, desta vez, no Maxime. São seis, já o referimos, e dividem funções pelas guitarras – uma acústica (Manuel Oliveira) e duas eléctricas (Nuno Silva e Tiago Gil) –, baixo (Miguel Lourenço), teclados (Marco Oliveira), bateria (Hélder Coelho) e pandeireta e um theremin (Manuel Oliveira) – instrumento primitivo que pode ser controlado sem lhe tocar.

Depois de «De Novo à Espera», o primeiro tema da noite, os Tornados mostram ao que vêm: “Vamos tocar alguns temas do nosso primeiro álbum, aliás, vamos tocar todos…”. De facto, tocaram todos. Desde o apelo ao abanar da anca de «Na Vertigem» aos muitos instrumentais – cinco ao todo – apresentados. Aliás, os instrumentais parecem ser uma parte importante nos Tornados, desde 2004, o ano da sua formação – na altura chamavam-se Contrabando.

No seu site oficial referem que o seu “fascínio pela mais estimulante década do século XXI é profundo”. Nem seria necessário referirem-no. No Maxime bastou uma canção para verificar que os Tornados devem tudo à década de 60.

“Tirar as mesas da frente do palco foi a melhor coisa que fizeram no Maxime nos últimos anos”, brinca o vocalista Nuno Silva pedindo ao público que se aproxime do palco para dançar ao som de temas como «Twist do Contrabando». Este tipo de apelo foi frequente ao longo do espectáculo. A falta de calor humano na frente do palco foi uma constante até ao final do concerto.

“Está muito calor aqui em cima”, refere Nuno após uma suada «Ai Menina», mais um instrumental. A boa disposição é uma constante. Os temas apresentam títulos tão coloridos como «Tempo de Verão», «Sai da Minha Beira» e «Catraia», o single que apresenta a banda do Porto.

«Valsa da Despedida», canção que vai estrear, segundo a banda, numa série de televisão muito em breve é seguida da apresentação da banda que, nota-se, está satisfeita por estar ali, no seu verdadeiro habitat, a sala de espectáculos, a tocar, a fazer dançar.

O esperado encore trouxe uma banda sem casaco, descomposta. «O Vento Mudou», “dedicada a Eduardo Nascimento” e o muito festejado single «Catraia», canção que, a par de mais dois ou três temas dos Tornados, tem um óptimo potencial radiofónico.

Não sabemos se os Tornados vão fazer melhor que os Azeitonas, mas sabemos que são melhor banda e têm melhores canções que os seus conterrâneos. E isso, para já, é suficiente. "


quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Não me foi possível ir ver os "meus" Catraios ao Maxime ( por grande pena minha, mesmo).
Mas não é por isso que os vou deixar de seguir, divulgar e apoiar (como é, aliás, ÓBVIO!)

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

domingo, 13 de setembro de 2009

Rock'n'Roll

Pequenas Jam Sessions lá por casa.
Qualquer dia sai um cover d'Os Tornados.


Top +

Eles foram, e arrasaram:


sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Top +

O programa Top Mais é um dos poucos programas em Portugal (se não o único!) que tem como objectivo divulgar o Top Nacional de Vendas, elaborado pela Associação Fonográfica Portuguesa e promover as novas bandas que surgem.
Esta semana Os Tornados vão lá aparecer.
Não percam, este Sábado.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Quem vai?


Como chegar lá?
(pesquisar por Praça da Alegria - Lisboa)

http://maps.google.pt/maps?utm_campaign=pt&utm_medium=ha&utm_source=pt-ha-emea-pt-sk-gm&utm_term=mapa

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Assassinner

Eles vêm do Norte e são 3:
# Alexandre Santos aka Xne: Bass & Vocals;
# Raulzão :Drums ;
# Ari Elias da Costa aka Ary: Guitars & Vocals;


Os Assassiner, surgiram em Maio de 2007, em Vieira do Minho.
O mais recente espectáculo desta banda foi na Ilha do Ermal.
A frase que os motiva diz tudo:
"EXTREME MUSIC FOR EXTREME PEOPLE!"

Como curiosidade:
O catraio Tiago Gil é irmão do Guitarrista Ary e esteve a dar apoio aos Assassinner como assistente de palco do Festival do Ermal.


Nota pessoal:
Aconselho a quem gosta de música mais pesada (e mesmo a quem não gosta, que não lhe faz mal nenhum) a pesquisarem as músicas desta banda.
E posso ainda adiantar que são uns grandes malucos!

Myspace
da banda:

Tornados no JN

Os portuenses Tornados lançaram recentemente "Twist do contrabando". Catorze temas compõem o disco, que teve "Catraia" como primeiro single. O álbum surge ao fim de um caminho percorrido de há cinco anos a esta parte.


Formaram-se em 2004, como Contrabando. O teclista, Marco Oliveira, explica que "havia uma banda em Elvas com o mesmo nome" e que tiveram de mudar para Conjunto Contrabando. A identidade viria a mudar, mais uma vez, por razões autorais. "Recebemos o convite do Henrique Amaro para integrar a compilação 'Novos Talentos Fnac 2008', tivemos que registar um nome e adoptámos Os Tornados", recorda o guitarrista, Tiago Gil. De acordo com Manuel Oliveira, na guitarra acústica, na percussão e no theremin, foi o nome ideal, porque os tornados "arrasam tudo, que é o que vamos fazer".



A identidade foi uma das etapas de um processo complicado para um grupo de seis. Apesar de ser difícil conciliar os "seis 'inputs'", Tiago Gil pensa ser importante ter uma base de amizade e familiar, durante a tomada de decisões. "Não temos gostos muito diferentes. Funcionamos bem como grupo de amigos", diz e acrescenta ser essencial "que haja consenso, amizade e consciência de que alguém tem que ceder".



"Twist do contrabando" é fruto de um caminho percorrido juntos e praticamente sozinhos. "Sempre fomos uma banda auto-suficiente, na base do 'faça você mesmo'. Procurámos mostrar trabalho e tocar para que as pessoas o ouvissem, mas nunca ficámos à espera de que as oportunidades aparecessem", garante Tiago Gil.



O processo foi repleto de obstáculos, em especial, financeiros. "Temos aquele dinheiro para a alimentação, despesas e pagar a viagem ao produtor, que veio do Brasil. Temos que o gerir", diz o vocalista. "Gravámos cá o disco e, depois, fomos para Espanha. Tivemos de misturar o disco em 33 horas. Não havia muito dinheiro. Claro que com a Valentim de Carvalho houve hipótese de melhorar algumas coisas", conclui.



Desde então, surgiram propostas, como incluir a canção "Veludo azul" no filme "Efeitos secundários", de Paulo Rebelo, ainda por estrear.



"O facto de termos feito as coisas como fizemos limitou", mas Nuno Silva sabe que foi pela dificuldade que o grupo foi com "o trabalho todo preparado para estúdio". Da aventura, resulta o álbum de estreia, de rock 'n' roll e surf rock. Os Tornados referem como principais fontes de inspiração as bandas portuguesas dos anos 60, que Marco Oliveira confirma terem dado "o mote" para todo o trabalho do colectivo.

domingo, 6 de setembro de 2009

Old Times

Já todos nós fomos mais novos, certo?
(Hoje a minha vítima foi o Tiago)
Ora vejam:




O Antes:

E o actual:

Beijinhos pró Catraio e que "não me mate" por esta brincadeira!

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Cabaré Maxime

Parece que os nossos Catraios estão de volta à capital, mas desta vez o concerto será no Cabaré Maxime, no dia 18 de Setembro.
Para quem não sabe este situa-se na Praça da Alegria, em Lisboa obviamente.
Toca a divulgar!